O aterramento e o curto-circuitamento temporário são a principal proteção do eletricista em redes desenergizadas. Uma rede desligada pode ser energizada por engano, e o conjunto de aterramento temporário é o que garante a equipotencialidade no local de trabalho.
Por que uma rede desligada ainda oferece risco
- Erros de manobra
- Contato acidental com outros circuitos energizados
- Tensões induzidas por linhas adjacentes
- Descargas atmosféricas, mesmo distantes do local de trabalho
- Fontes de alimentação de terceiros
O que você precisa informar para especificar o conjunto
- Tipo de instalação e nível de tensão: rede ou linha aérea (kV), subestação (kV), rede secundária BT com cabo nu ou protegido, ou rede subterrânea (kV).
- Corrente máxima de curto-circuito do sistema.
- Tempo de atuação do sistema de proteção.
- Tipo de estrutura: metálica, concreto ou madeira.
- Distâncias entre fases e entre fase e terra.
- Seções dos condutores de fase e de terra onde o conjunto será instalado.
A capacidade de curto-circuito do conjunto é limitada pela seção do cabo de aterramento. A seção (mm²) e o comprimento dos lances podem ser ajustados para a potência de curto-circuito do seu sistema.
Sequência típica de instalação
- Verifique que a linha está desenergizada com o detector de tensão acoplado à vara de manobra.
- Crave o trado de aterramento no solo o máximo possível e conecte o grampo de terra na haste.
- Com a vara de manobra, eleve lentamente os grampos de fase e conecte primeiro a fase central.
- Conecte o segundo e o terceiro grampos nas fases laterais, completando a interligação fase-terra.
- Só depois do conjunto totalmente instalado o eletricista pode acessar os condutores. Uma linha só pode ser considerada desenergizada depois de devidamente aterrada.
Tem esses dados em mãos? Mande para a MAXX e indicamos o conjunto adequado para BT, MT ou AT.
